O DEUS DA BÍBLIA




"Ao Rei Eterno imortal, invisível, Deus Único, honra e glória pelos séculos dos séculos. Amém" (1 Tm1.17)



O Deus Eterno é mais que um referencial para Israel. É o Deus criador, que tudo governa e tudo sustenta com a força do seu poder. É Jesus Cristo, Deus conosco, Emanuel. É o Espírito Santo, Deus em nós.

Para se crer no Deus da Bíblia, é preciso conhecer o que a Bíblia ensina sobre Deus. Mais do que ensina, a Bíblia pressupõe a existência de Deus e é o testemunho escrito da sua revelação na história.

O Deus da Bíblia é revelado. Ele age na história e na vida do seu povo escolhido, Israel, e na vida da Igreja, formada por todos os que crêem em Jesus Cristo e o confessam como Senhor e Salvador, sejam judeus ou gentios. Em Cristo, não há predileção, nem descriminação de povo algum. "Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus" (Rm 3.23)

Ao afirmarmos e reafirmarmos a ação de Deus na história, na vida de seu povo e na ordem da criação, chegamos perto da visão do crer em Deus, Criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis, doador da vida, de toda a dádiva excelente e de todo o dom perfeito.

Creio em Jesus, Filho unigênito de Deus e primogênito de Maria, nosso Senhor e Salvador, Deus de Deus, Luz de Luz; creio em Deus Espírito Santo, Santificador e Consolador, procedente do Pai e do Filho, o qual, juntamente com o Pai e o Filho, é adorado e glorificado e que falou pelos profetas.

Afirmar a fé no Deus da Bíblia, da história e da Igreja é dizer não a algumas correntes de pensamento da civilização sempre presentes, como, por exemplo:

· O Deísmo nega não só a imanência de Deus, mas também a sua presença e interferência na história do mundo; como se Deus houvesse criado o universo, posto para funcionar em movimento, com leis fixas, mas ele mesmo não mais intervém nos acontecimentos. O Deísmo admite Deus como criador do universo, negando, porém, a revelação. Tal concepção não se ajusta ao Deus da Bíblia.

· O Panteísmo nada conhece de um Deus pessoal, revelado e encarnado. Prega a crença em um Deus que se confunde com a sua própria criação. Não é diferente, nem independente dela. Tudo é Deus; logo, como o nada faz parte de tudo, nada é Deus. É importante sempre, em cada geração e de tempo em tempo, revistar o conceito do Deus da Bíblia, para ajudar as gerações mais jovens.
· A agnosticismo afirma a impossibilidade de se conhecer a Deus de forma clara, objetiva e pessoal. O Agnosticismo nega ao homem o conhecimento da íntima essência e da razão última das coisas metafísicas, especialmente de Deus.

· O Ateísmo nega a existência de Deus e não tem mais nada a dizer sobre o assunto.


Na década de 70, era moda falar-se na teologia da morte de Deus. Quando Billy Graham ouviu falar que Deus estava morto, ele disse: "Impossível! Nesta manhã eu falei com ele! É lindo ver a fé. Conta-se que Nietzche, quando estudante, escreveu no quadro-negro: "Deus está morto". Assinado Nietzsche. Um dos seus colegas de classe escreveu: "Nietzche está morto." Assinado Deus. Quem estava certo? É maravilhoso ver e saber que o Deus da Bíblia está vivo, revela-se, intervém, rege, governa e sustém toda a ordem da criação dentro do seu propósito, de acordo com o seu plano e para o louvor da sua glória.

Confesse, agora, com a sua boca, que Jesus Cristo é o Senhor e que Deus o ressuscitou dentre os morto e você será salvo.]

Dê uma Bíblia a quem você ama!

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